quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

A Morte chega a Dillinger

Morte, a única certeza que ganhamos assim que nascemos. Fenômeno natural que mais se tem discutido tanto em religião, ciência, musica e filmes, acarretando opiniões diversas.

O Homem, desde o princípio dos tempos, tem a caracterizado com misticismo, magia, mistério e segredo.

Mas quando a morte vem atrás de nós, o que devemos fazer? Apenas nos deixar levar ou lutar pela sobrevivência.

A morte chega a Dillinger narra uma jornada aonde a Morte chega literalmente para fazer seu serviço, porém um pai não irá aceitar o terrível destino de sua pequena filha. Em um duelo de invejar Clint Eastwood e qualquer filme de Cowboy, Paxton desafiara a própria morte pela vida de sua filha amada.

Poeira nos olhos, janelas fechadas do saloon, dedos e mão apostos sobre suas pistolas, nervos a flor da pele e um final de tirar o fôlego.

Obs: Dillinger, também é o nome de John Herbert Dillinger que foi um ladrão de bancos estadunidense, considerado por alguns como um criminoso perigoso, e por outros idolatrado como um Robin Hood do século XX. Isto porque muitos estadunidenses culpavam os bancos pela depressão dos anos 30 e Dillinger só roubava bancos.

Dillinger ganhou o apelido de "Jackrabbit" por suas fugas da polícia e rapidez dos assaltos.Suas ações, assim como outros criminosos dos anos 30, dominaram a atenção da imprensa, que começou a chamá-los de "inimigos públicos" (public enemy), entre 1931 e 1935, época em que o FBI se desenvolveria e tornar-se-ia mais sofisticado.

Como diria Sartana....Vou, mato e volto

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