sábado, 6 de março de 2010

A Última Fronteira do Iron Maiden

No último dia 04, todos aqueles que se dedicam ao estudo e apreciação do heavy metal foram pegos por uma agradabilíssima surpresa: o novo disco da Donzela de Ferro, programado para 2011, será lançado mesmo em meados de junho deste ano. "The Final Frontier", título do novo álbum, já possui até uma turnê promocional que iniciar-se-á em abril, passando por Canadá e Estados Unidos, onde o Maiden será acompanhado por ninguém menos que o Dream Theater.

Sendo assim, pensar em um disco novo do Iron Maiden é, ao mesmo tempo, pensar e relembrar o desenvolvimento sonoro de uma das bandas mais queridas da história. Desde o homônimo álbum de 1980, até "A Matter of Life and Death", as nuances musicais do grupo podem ser percebidas em atentas audições de suas gravações. E, dito isso, verbalizaremos a pergunta que, desde o dia 04, vem martelando na cabeça dos maiden maníacos: que diabos "The Final Frontier" vai nos proporcionar?

Afora todos os clichês que não colam no Iron Maiden devido à sua imensa qualidade, sempre que pensamos em um novo lançamento de uma "lenda" em formato de banda ficamos apreensivos, esperando para perceber se as novas gravações irão honrar o legado da banda ou se irão desaboná-la de alguma forma. Assim o foi com "Chinese Democracy" da nova trupe de Axl, "Black Ice" do AC/DC (ambos lançados em 2008) e "Sonic Boom" do KISS, apresentado ao público no último ano. Com toda a certeza, a escolha destes três discos para estear as reflexões sobre o próximo lançamento de Harris e sua equipe não é fruto do acaso. Tais álbuns e seus respectivos resultados podem servir de parâmetro para uma audaz tentativa de entrever quais serão as possibilidades do impacto a ser causado por "The Final Frontier".

Depois de um decênio, acumulado com mais alguns anos, muito "diz-que-diz" e um terrível mau humor, Mr. Rose deu ao mundo tudo aquilo que ele (Axl) queria: o novo disco do dito G 'n' R. Para uns, "Chinese..." representa o hard rock com uma roupagem contemporânea, aberta à experiências eletrônicas e instrumentais. Para outros, é tudo aquilo que qualquer fã do Guns n' Roses não queria ouvir, com exceções de algumas faixas, tais quais a que leva o título do álbum e "Madagascar".

"Black Ice" do AC/DC, por seu turno, é um típico disco do AC/DC: forte, direto e simples. Se pudessemos retornar no tempo e inserir "Black Ice" como sucessor de "Back in Black" (obviamente, guardando as devidas proporções), ele continuaria soando da mesma maneira. Afinal, o AC/DC nunca quis reinventar seu som ou, ainda, renová-lo. Para eles, bom mesmo é subir no palco, explodir o público com sua energia incansável e ir embora com o sentimento de missão cumprida, coisa que fazem muito bem e, talvez por isso, mantenham com honra o status de uma das maiores bandas de hard rock do mundo.

Já o KISS, excluindo o histórico comercial que possui, procurou com "Sonic Boom" resgatar a sonoridade perdida dos anos 70. Quase conseguiu: é um excelente álbum, mas abreviado pela própria limitação de alguns dos membros do grupo. É impressionante ver a força que Stanley, Simmons, Singer e Thayer demonstram, mas, por certo, perderam (e muito) a vigorosidade de outrora. Não fosse os overdubs e correções de estúdio, com o devido respeito e deferimento, os vocais de Paul provavelmente seriam removidos do disco, por exemplo. Basta ouvir os bootlegs dos primeiros shows da promoção de "Sonic Boom" e da própria "Alive 35 Tour" para confirmar tal prospecto. Ou melhor: basta ir à um show do KISS (como é o caso desde humilde matuto) e perceber a veracidade de tais fatos.

Mas, então, o que será "The Final Frontier"? Uma inovação sem precedentes do som do Iron Maiden? Um retorno às origens, em uma forma de despedir-se dos fãs com uma espécie de regalo? Ou uma tentativa de resgate de influências e sonoridade dos trabalhos pretéritos, ainda que se saiba que tal operação seja praticamente impossível?

Fato é que o Iron Maiden, desde os seus primeiros passos, sempre deteve coragem o suficiente para criar sua música sem seguir padrões ou, ainda, reformulá-la para lhe tornar mais condizente com seu estado de espírito. Uma coisa se pode afirmar: ninguém poderá condenar o sexteto de singrar por tendências comerciais ou render-se à exigência dos fãs.

Quase todos os discos do Maiden são, literalmente, uma constante a descobrir, com exceção de "Iron Maiden" de 1980 e "Killers", de 1981, cuja produção crua e vibrante acabou por limitar um pouco sua sonoridade, sem contar a performance de Di'anno que, certamente impecável, não pode ser contrastada com a de Dickinson pela extensa diferença de estilo de ambos. Experimente ouvir "The Number of The Beast", "Piece of Mind", "Powerslave" e "Somewhere in Time" em sequência, e busque perceber as modificações (ou renovações) propostas pela banda. Todos são discos clássicos, mas amplamente diferentes entre si, ainda que tenham sido lançados em sucessiva subsequência, fruto de uma mesma época.

Assim, percebemos que o Maiden, ainda que implicitamente, sempre deteve uma inclinação em "renovar" sua construção musical, buscando em outros alicerces elementos capazes de a tornar ainda mais instigante e interessante. Se "The Number..." é a explosão do heavy metal em essência, "Piece of Mind" busca o ouvinte para convidá-lo a ingressar em um ambiente minimalista e ainda mais cru, ao passo que "Powerslave" e "Somewhere..." abrem-se à novas experiências, que vão de letras amplamente extensas à sintetizadores e uma produção de palco quase que teatral.

Os discos que marcaram o retorno de Bruce também evidenciam este ponto de vista. Quase todos esperavam um verdadeiro aríete sonoro provido pelas três guitarras que ora se apresentam, e o que se encontrou foi algo muito melhor: um disco bem trabalhado, esculpido de modo a captar toda a capacidade de cada um. No entanto, não se assemelha em nada com o que o Maiden tenha feito antes. No lugar de "Brave New World", "Dance of Death" apostou na mesma receita e ofereceu canções límpidas e rebuscadas, quase todas com mais de 7 minutos de excelente fomentação musical. Esta nova musicalidade, por mais interessante que seja, acabou por tatuar uma interrogação na cabeça de alguns fãs que estavam pouco acostumados a tais mudanças.

Com "A Matter of Life and Death" essa interrogação passou da cabeça para a alma de muitos headbangers. O ar sombrio do disco e, novamente, as canções longas que não repetem nenhuma passagem, aliada à turnê na qual a banda tocava todo o disco, em detrimento dos clássicos que se limitavam a três canções de bis, fizeram com que muitos desacreditassem desta nova "receita" de fazer heavy metal. Fato é que, a partir do retorno de Dickinson, o Maiden adentrou em uma ferrenha briga para não ficar preso ao seu passado e, nas próprias palavras de Janick Gers, "para não tornar-se uma paródia de si mesmo".

Por isso, uma certeza nós podemos vislumbrar: "The Final Frontier" será a continuidade desta luta. Desde já, pode-se descartar com certa segurança as possibilidades de tal disco ser um retorno às origens ou uma tentativa de resgatar o som dos anos 80. Será, provavelmente, uma sequência da trilogia de estúdio iniciada em 2000 com "Brave New World": um disco muito bem feito sob aspecto musical, com o intento de elevar ainda mais a qualidade instrumental da banda. E devemos ficar imensamente gratos com isso.

Nenhum disco ou canção tornam-se clássicos da noite para o dia. Com certeza, "Stairway to Heaven" não foi saudada como pedra fundamental do Zeppelin quando do lançamento do disco que integrou; nem mesmo "Hot Rats" de Frank Zappa foi recebido com a mesma deferência que lhe é aplicada hoje em dia. Aliás, o próprio "The Number..." foi tido como a primeira pá de terra na cova da banda, antes de se tornar o álbum que é. Muitos dos críticos e fãs que na época do lançamento de "Brave New World", "Dance of Death" e "A Matter of Life and Death" lhe torceram o nariz, hoje garantem que tais obras são essenciais à história da banda.

Em suma: pelo que se observa, é preciso um certo tempo para absorver os novos discos que a Donzela tem lançado. Com certeza, "The Final Frontier" não soará como "Black Ice" soou para os seguidores do AC/DC, ou seja, quase ninguém dirá que ele é um disco comparável aos clássicos da banda. Mas, também, tem-se a certeza de que ele não representará a inovação desmedida e no sense de "Chinese Democracy" ou o falho resgate sonoro de "Sonic Boom".

Devemos encarar "The Final Frontier" como o provável capítulo derradeiro do Iron Maiden, como o próprio título sugere: a última fronteira a ser transposta por uma banda que não depende de sua história ou seu nome para criar bons discos, ou ainda, que não precisa simplesmente reinventar seu som sem um objetivo maior ou resgatar qualquer coisa em seu passado para se auto afirmar. Maiden é Maiden: fiel à si mesmo, como qualquer grupo que se preze deve ser.

23 comentários:

  1. Maiden é Maiden! Sempre fazendo boa música, bons shows e com um carisma invejável. Espero que o àlbum conte uma história e que a última música, "The Final Frontier" seja parte apenas da história e não da banda, pois Iron maiden não pode acabar tão cedo. Não com os caras cheios de energia do jeito que estão.

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  2. Isso mesmo sr anônimo.... esperamos que o maiden não pare assim tão cedo....
    Abraços e obrigado pela visita...

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  3. Excelente texto. Muito bem escrito.
    Concordo com as tuas opiniões.

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  4. É só aparecer um disco novo do maiden que começam a pipocar uma cacetada de textos tão idiotas e desnecessários quanto ao do Rafael Correa. Esse texto não diz nada! Não traz nada de concreto! É apenas coisa de fã. Hoje tem uns redatores que levam o seu fanatismo ao extremo, não separando as coisas na hora de ser profissional. O texto sem pé ne cabeça ainda gasta um tempo falando de guns e de kiss, para depois concluir que o maiden não volta aos anos oitenta, PORQUE O REDATOR NÃO QUER! É isso que fica evidente...pelo amor de Deus, antes de ecreverem algo, tenham alguma coisa concreta para informar. Há anos que eu não tenho uma reação dessa, mas eu não me aguentei! Rafael, vai fazer texto para a Contigo!

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  5. Bom meu caro André, antes de "ecrevermos" algo (como a sua falha de redação indicou, tamanha a ausência de sensatez que lhe abarca) sempre ponderamos bastante ao publicarmos algumas linhas. Não somos profissionais, sequer queremos ser. Obrigado por suas palavras, mas preocupe-se primeiro a digitar corretamente e controlar sua ansiedade, sob pena de sofrer um ataque cardíaco qualquer dia desses. Ô gente estressada...

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  6. É isso Rafael...nada de ecrevermos.....vamos mesmo é escrever...

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  7. Rafael, pelo amor de Deus, vc provou ser mesmo um belo de um fanático tão somente, e apenas isso. Vc vem aqui desviar o foco da discussão encima de um erro de português...apenas para fugir do embate. Ao contrário de vc, eu não saio por aí escrevendo textos para sites e revistas e etc. Portanto, eu não tenho obrigações com o nosso idioma por aqui. Tamanho o seu vazio, maior do que o teu texto sem pé e nem cabeça! Por favor, concentre-se no foco da discussão, não desvie apenas para chamar a atenção dos desprezíveis fanásticos por iron maiden que nem vc.

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  8. Tem gente com dor de cotovelo!!!!!

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  9. Ok, ok André. Peço então, para voltarmos ao cerne da discussão, que você explicite de modo claro e calmo seu ponto de vista. Assim, poderemos debater como pessoas normais. Pode ser? Aguardo o retorno!

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  10. Meu ponto de vista??? Vc ainda pergunta??? Já disse que acho seu texto sem pé nem cabeça, e que ele não traz nada de concreto, apenas uma visão distorcida de um fanático, uma mera opinião pessoal que não acrescenta nada! Se vc não concorda com isso, cabe a vc expor e defender o seu ponto de vista. Eu já fiz isso pelo meu. Até...

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  11. Pois bem. Quanto ao fato da matéria ser desprovida de pés ou cabeça, ainda não consegui entender a razão. Estes escritos não são resenhas ou opiniões de um disco, até mesmo porque o álbum ainda não saiu. Se você acompanhar o prospecto dos lançamentos do Maiden verá que, sempre às vésperas de um trabalho novo, surgem matérias que dizem que o "novo disco será uma volta às origens" ou que será "a melhor gravação de todos os tempos". Procurei evidenciar que as duas hipóteses possuem poucas chances de serem verdadeiras. Utilizei os lançamentos do Kiss, do AC/DC e do GnR para provar isso. Sei que o texto não acrescenta em nada: pois este não era o objetivo dele. Aliás, ainda não compreendi completamente como seria um texto que acrescentasse algo à você, uma pessoa que, aparentemente, possui um gosto musical rebuscado e uma opinião irretocável. Nenhum texto aqui procura vislumbrar coisas novas: são linhas escritas de modo simples, justamente pelo fato de ninguém aqui ser profissional. Se é mera opinião pessoal, você está certo. Não escrevo nada para acrescentar algo às pessoas, e sim para aprimorar a argumentação. Se pensasse em escrever coisas que acrescentem algo na vida dos outros, estaria a escrever um livro de auto ajuda. Quem sabe, você poderia ler e aprender paulatinamente a se acalmar. Na verdade, nenhuma das coisas que escreveste me importam muito: o que vale para mim são opiniões de pessoas que, primeiro, sabem se expressar e, em segundo lugar, que sabem debater com respeito. No entanto, o termo "fanático" (que você escreveu antes como "fanásticos") me deixou intrigado. Qualquer ser humano com percepção normal perceberia que o texto faz também uma crítica ao modo como o Maiden atua, embora os pontos positivos da banda compensem este problema. Não sou "fanástico", como você mesmo disse, por coisa alguma: apenas gosto de escrever (sem ser profissional, reitero) e debater com pessoas que saibam argumentar e enriquecer a conversa. Infelizmente, você não é uma destas pessoas.

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  12. Legal, vc defendeu teu ponto de vista e isso é admirável. Não é admirável ficar se predendo em erros de português dos outros para fugir da raia, mas vc compreendeu o que eu queria, e também fez o que eu queria, que era de vir aqui assumir algumas coisas, entre outros. Sobre saber argumentar e enriquecer uma conversa, sinceramente, eu não tenho intenção em fazer isso em torno de algo do maiden até eles definitivamente lançarem algo. Pois tudo que é escrito antes é conversa de estribeira. Um acha isso, outro acha aquilo e ninguém tem certeza de nada! Que fundamento tem isso? Portanto, com toda a certeza deste mundo argumentarei e enriquecerei, mas na hora certa, aliás, a única!

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  13. Ok André Toral, voçê já incomodou bastante blz.
    Espero que acalme seu eu interior da próxima vez.
    Se por algum momento você não quisesse ser retalhado teria iniciado um dialogo mais comum sem ofender o Rafael ou o Blog, então não reclame se observamos a sua falta de coerência na "ecrita".
    Pois tenho total certeza de que o Rafael não escreveu ou escreveria algo que ofendesse alguém.
    Por fim, como criador desse blog (por mais que o Rafael post mais e melhor do que eu) agradeço sua participação nesse blog, espero que volte sempre.
    Mas lembre-se. Aqui estamos entre amigos, e por sinal tal matéria esta publicada em um marcador denominado "Boteco Pensante". Falando em um Boteco sua atitude seria ridicularizada de forma mais banal se você estivesse em um.
    Muito Obrigado
    Até Mais.

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  14. Caro André. Perdoe-me se, com meu apego ao português polido, acabei por ofender-lhe. No entanto, digo-lhe com sinceridade que se você tivesse se portado de forma coerente como o fez neste momento, não seria necessário que eu indicasse tais falhas. Não entendi o motivo de tamanha indignação presente em seu comentário inicial, que partiu para ofender antes mesmo de questionar. Respeito que você ache que ficar "confabulando" antes do lançamento do disco seja perda de tempo, mas,ainda assim, talvez não o seja. E, ainda se o fosse, não há razão para você usar termos como "desprezíveis fanáticos por Iron Maiden". Quanto a falta de fundamento que você indicou, basta prestar um pouco mais de atenção para perceber - e digo respeitosamente, ao contrário do que você fez - que seu ponto de vista pode estar equivocado. Na história da música contemporânea, principalmente a partir de 1955, é usual e trivial a confecção de "resenhas prévias" a lançamentos de bandas ou artistas com um público considerável. Michael Lydon, fundador da Rolling Stone, iniciou este modo de escrever e todo o meio de comunicação ligado à música o faz, seja oficial ou não. Não é simples devaneio de alguém que não tem o que fazer: este é o modo mais comum de se debater e, até mesmo, promover um lançamento. Portanto, se achas que é perda de tempo escrever coisas antes do álbum sair, mande os redatores da Roadie Crew e da Rolling Stone escreverem para a Contigo, como você afirmou antes, de modo totalmente infeliz, diga-se de passagem. Esta mesma matéria foi publicada no Wiplash e, até agora, os debates lá foram sensatos: quem não concordou foi educado o suficiente para demonstrar sua opinião sem ofender. Uma pena que você sofra deste tipo de limitação, por assim dizer. Mas, vá lá, ninguém é perfeito. Como bem disse o Antonio, obrigado pelos comentários e espero que volte sempre, de verdade. Se for possível ser mais educado e sensato, como você foi na última escrita, será ainda melhor.

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  15. Bom meu caro Rafael. Apesar de vc não ser um redator profissional, escreve razoavelmente bem. Sabe, no alto de toda a minha astúcia e conhecimentos musicais, não tenho intenção em degladiar-me com ninguém. Apenas quero mostrar como os meus argumentos sobrepõem-se magestosamente sobre o dos outros, por todas as argumentações que possuo. Não quero que vc imagine que sou um convencido. Não! Apenas um ser dotado de profundos e extados conhecimentos do rock e do metal em geral. Apesar de vc não querer acreditar, tenho todo um sequito fiel de seguidores de minhas filosofias e palavras em geral - uma verdadeira legião de admiradores. Aliás, eles me admiram mais pela coragem de expor e defender claramente os pensamentos, mesmos que contrários a tudo o que os mais conservadores pensam. E por aí vai...no fim das contas, torço para que um dia vc alcance o meu nível.

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  16. Aueahuehea. Cidadão, o senhor nasceu coberto em humor! Obrigado por alegrar o dia de todos aqui, a piada foi boa!!!!! Valeu pela força e pelas risadas!

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  17. Rafael. Sinto muito por vc não ter me acreditado. No futuro breve, amargará imensamente não ter se "encostado" em mim para aprender um pouco.

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  18. Caro André, agora me intriguei com você.
    Por acaso teria algum site onde pose saber de voce e de "seus profundos extados conhecimentos do rock e do metal em geral".
    Porem esse negocio de se encostar em você pega mal meu amigo.
    Aqui é um blog para Roqueiro Macho.

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  19. Se eu teria algum site? Só para provar o dicionário do rock e do metal que carrego em minha mente? Não, não preciso isso meu filho..."ah vou montar um blog só para humilhar pobres mortais, pois sou fodão para escrever". Isso é coisa de uns e outros do rock pensante, não serve para mim. Um imortal como eu não se sujeita a isso não...sobre ser macho ou não, de que isso importa? Aliás, percebi que o rock pensante estimula o preconceito com as infelizes palavras que vc mencionou acima...muito embora eu seja heterossexual...sabia que "alguém" pode copiar a sua frase e sair divulgando aí pela net? Pega mal tonhão, muito mal, meu...apaga antes que seja tarde demais, hein, pois no metal e no rock em geral, são vários os gays...muito ingfeliz vc meu...mas o peixe morrerá pela boca!

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  20. Grande André Toral, obrigado pelo "muito ingfeliz". Mas o que significa "Ingfeliz".

    Gostaria de saber quem é você, por isso a pergunta sobre algum site ou blog, pois conheço um André Toral que é desenhista e antropólogo e me surpreenderia muito se fosse o mesmo.

    E em relação a "blog para Roqueiro Macho" identifica-se Roqueiro Macho como (Homens, Mulheres, Gays, Lesbicas e Afins) que são providos de inteligência suficiente para saber dialogar e criticar sem ofender e sem fazer birra.

    Já que você é o dicionário do rock e do metal contribua para o crescimento disso, mostre sua cara, não tenha medo. Cresça.

    Abraços

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  21. Tonhão, sou o único André Toral que existe, pois não existem outros...Bom, mas voltando as vacas magras, agora vc está desconversando depois da grande merda que disse? Não cola meu! Vc está que nem o seu comparsa, o rafael correiada, que foca no erro de português para fugir da raia...agora vem dizer que rockeiro macho são homens, mulheres e etc. após ter feito referência homossexual à mim por ter dito que o correiada deveria se encostar em mim? Ai ai...mas que bom que vc percebeu a sua infelicidade, isso é latente! No entanto, receio que seja tarde demais! Quanto a minha cara, sobre mostrá-la, é indiferente, pois o meu dicionário não está nela, e sim em minha mente...tsc tsc tsc...cara, vc foi muito "Ingfeliz".

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  22. Pois bem, "ingfeliz" a parte, você tem problemas.
    Pois conheço mais do que um André Toral...
    E gostaria de saber qual deles é você.
    Mas já que tens medo de se expor.
    Um grande Abraço, e até outra vez.

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  23. Meu Deus! Então tem muita gente querendo ser eu por aí! Gente! Na verdade, este é o meu sequito fiel de seguidores, gente que passa a vida se espelhando em mim. Só falta vc!

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